Material de apoio · @vilmario.ia

O primeiro processo que eu deleguei inteiro

Este perfil publica um post por dia. Eu não escrevo, não escolho a foto, não monto a arte e não agendo. Eu digo o resultado que quero e aprovo o que chega. Aqui estão as oito etapas, onde ficam os portões e o que continua sendo decisão minha.

As oito etapas

  1. Pré-flight. Antes de começar, um script confere o que existe e o que falta: arquivos, ferramentas, acervo de fotos. Faltou algo essencial, para e avisa.
  2. Radar. Puxa o que os cinco concorrentes publicaram em 14 dias, em duas frentes (feed e reels), e ranqueia normalizado pela base de cada perfil. Número absoluto premia sempre a conta maior.
  3. Histórico próprio. O tema vem do radar. O CTA vem daqui, porque mecânica de conversão não transfere entre tamanhos de conta.
  4. Pauta. Uma só, com o raciocínio à mostra: qual post foi modelado, qual a fonte, por que passa no filtro de público.
  5. Produção. A peça nasce de um modelo com dez blocos narrativos. O cabeçalho precisa fechar antes de escrever o primeiro slide.
  6. Verificação. Um gate mede estouro do quadro, tamanho de fonte em pontos no iPhone, limite de caracteres da legenda e padrões proibidos. Reprova e para.
  7. Entrega. Se a peça pede para comentar uma palavra, a palavra tem que existir na automação antes de o post ir ao ar.
  8. Medição. Toda segunda, comentários e seguidores ganhos por tipo de CTA.

Onde ficam os portões

O que continua sendo meu

O critério. Escrito uma vez, aplicado toda vez. Quem decide o que a marca pode afirmar, o que não pode, e o que vale a pena dizer continua sendo eu. O que saiu das minhas mãos foi a execução, não o julgamento.

O limite honesto

Isto não elimina erro. Já falhou aqui: uma entrega parou em silêncio e eu só descobri porque fui olhar. O que o processo faz é encurtar o tempo entre falhar e descobrir, e diminuir o tamanho do estrago quando acontece.

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